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segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Women's March - San Francisco

E a felicidade de participar de uma marcha tão grande e cheia de amor, força e empoderamento?



Ontem dia 22 de janeiro, aconteceu a Marcha das Mulheres em San Francisco.



E qual o propósito disso?

"Marchamos para apoiar e inspirar uns aos outros e à nação para celebrar, honrar e proteger nossa diversidade, liberdade e direitos humanos. Nós nos reunimos em comunidade para encontrar cura e força através da tolerância, civilidade e compaixão. Esta é uma marcha não-partidária. Damos as boas-vindas a todas as pessoas que se juntem a nós ao nos unirmos localmente, nacionalmente e internacionalmente em 21 de janeiro de 2017, para estar juntos em justiça, respeito e inclusão para todos. Existem mais de 280 marchas em 35 países que unem mais de 1.000.000 de pessoas em todo o mundo. Este é apenas o começo…''

''We march to support and inspire each other and the nation to celebrate, honor and protect our diversity, freedom and human rights. We gather in community to find healing and strength through tolerance, civility, and compassion. This is a non-partisan march. We welcome all people to join us as we unite locally, nationally and internationally on January 21, 2017, to stand together in justice, respect and inclusion for all. There are over 280 marches in 35 countries uniting well over 1,000,000 people worldwide. This is only the beginning…''

 

Sai de casa com o meu cartaz escrito ''EM PLENO SÉCULO XXI TENHO QUE PROTESTAR PELOS MY RIGHTS?'' 

É revoltando ver que ainda temos que ir as ruas clamar para sermos vistas como seres humanos e deixar claro que nossos corpos não são algo público e sim, privado. 


Encontrei a Ana e fomos juntas nesse multidão vendo em cada olhar a vontade de mudança em um mundo em que a segregação e o discurso do ódio reina. É difícil explicar a sensação de impotência quando vemos tantos relatos de abuso, morte, assalto e intolerância no nosso dia a dia, né? Mas encontrar pessoas que dividem o mesmo pensamento e que querem ir contra o ''sistema'', me faz ter forças para continuar nessa missão de espalhar o valor do feminismo para a maior quantidade de pessoas que eu posso, ou seja, mostrar e principalmente debater, que os papéis de gênero são construídos pela sociedade.

 
Desde que comecei a estudar teorias feministas, eu cresci muito como indivíduo e sinto que essa luta está no começo. Nossas vozes não podem continuar silenciadas (mulheres, negros, pobres, homossexuais, deficientes físicos), a ''minoria não é minoria''... juntos somos MAIS fortes. 

 
EU ESTOU COM VOCÊ! COM ELAS! (estou mesmo! se você precisar conversar ou desabafar sobre algo, estou aqui. Quanto mais amigas melhor!)
 
 

  "É assim que uma feminista se parece".

Thais Campbell.



2 comentários :

  1. Que emoção!!!!!!!! Se eu estivesse ai com certeza participaria também...

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  2. Oi Camps
    Poxa que legal, deve ser emocionante participar de algo tão grande e emocionante assim!
    Muito legal msm


    Bjooooos
    muitospedacinhosdemim.blogspot.com.br

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